
Segundo eles, há apenas uma natureza. Esta concepção é denominada “monismo” (ao contrário, por exemplo, do claro dualismo de Platão, a bipolarização da realidade). Como verdadeiros filhos do seu tempo, os estóicos eram cosmopolitas. Estavam, portanto, mais abertos à cultura contemporânea do que os "filósofos do tonel" (os cínicos).
Os estóicos sublinharam que todos os processos naturais - por exemplo, a vida e a morte - seguiam as leis constantes da natureza. Por isso, o homem tem de se reconciliar com o seu destino. Segundo eles, nada acontece por acaso. Tudo acontece por necessidade, e de pouco serve lamentarmo-nos quando o destino nos bate à porta. Mesmo as situações felizes da vida devem ser aceites com uma grande serenidade. Esta posição é semelhante à dos cínicos, para quem todas as coisas exteriores do mundo eram indiferentes. Ainda hoje falamos de uma "serenidade estóica", quando alguém não se deixa arrebatar pelos seus sentimentos.
A felicidade, para os estóicos, era um estado de tranquilidade plena, que só poderia ser atingido por meio de uma prática virtuosa. O homem não deveria se preocupar com questões relacionadas com a morte, não deveria se esforçar pelo enriquecimento material, nem deveria sofrer com o cansaço. A única atividade que valia a pena se empenhar é a busca pela sabedoria. Os estóicos defendiam o uso de uma indiferença direcionada a toda forma de prazer e sofrimento. Todas as experiências dolorosas, assim como as prazerosas, são consideradas irracionais porque são paixões, ou seja, vícios, e, portanto, o mal supremo.
Ser indiferente, ou seja, não sofrer nem agir por nenhuma paixão, era ser virtuoso. Dessa forma, o máximo de virtude seria alcançado quando o homem ficasse alheio a tudo, vivendo numa fortaleza interior, tendo como seu tesouro o pensamento e a sabedoria filosófica. Embora o pensamento estóico tenha se dedicado às questões relacionadas às atitudes dos indivíduos, como a moral, essa doutrina também apresenta explicações para o universo e para a maneira como é possível conhecê-la. O conhecimento seria atingido pelos cinco sentidos (tato, olfato, visão, paladar e audição), que captariam as características dos seres. As idéias e os conceitos sobre qualquer coisa são apenas combinações mentais das informações que o ser humano adquire sensorialmente (através dos sentidos).
Ser indiferente, ou seja, não sofrer nem agir por nenhuma paixão, era ser virtuoso. Dessa forma, o máximo de virtude seria alcançado quando o homem ficasse alheio a tudo, vivendo numa fortaleza interior, tendo como seu tesouro o pensamento e a sabedoria filosófica. Embora o pensamento estóico tenha se dedicado às questões relacionadas às atitudes dos indivíduos, como a moral, essa doutrina também apresenta explicações para o universo e para a maneira como é possível conhecê-la. O conhecimento seria atingido pelos cinco sentidos (tato, olfato, visão, paladar e audição), que captariam as características dos seres. As idéias e os conceitos sobre qualquer coisa são apenas combinações mentais das informações que o ser humano adquire sensorialmente (através dos sentidos).
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